quinta-feira, 15 de maio de 2008

Boca da Mata celebra sua padroeira


HINO DE SANTA RITA DE CÁSSIA

Santa Rita agraciada * de tantos dons celestiais
Vinde sempre em socorro * de nós tão frágeis mortais

Chamados à perfeição * o Batismo nos fez
Realmente de Deus * precisamos ser bons * como os santos dos céus.


Crescer na caridade: * o ideal a segui
r
É crescei, é crescei, caridosos na ação, bem servindo o irmão.


Santificar o cotidiano, * mui diversos os dons
Concedidos por Deus. * Quer comais, quer bebais, * deve ser por amor.


Paciência no infortúnio, * toda a vida é lutar

Sempre há uma dor. * Quem em Deus esperar * vencerá sem temor.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Carta do Papa Bento XVI sobre a tarefa da educação


CARTA DO PAPA BENTO XVI
À DIOCESE E À CIDADE DE ROMA
SOBRE A TAREFA URGENTE DA FORMAÇÃO DAS NOVAS GERAÇÕES

Queridos fiéis de Roma!

Pensei dirigir-me a vós com esta carta para vos falar de um problema que vós próprios sentis e sobre o qual as várias componentes da nossa Igreja se estão a comprometer: o problema da educação. Todos temos a preocupação pelo bem das pessoas que amamos, sobretudo das nossas crianças, adolescentes e jovens. De facto, sabemos que depende deles o futuro desta nossa cidade. Portanto, não podemos deixar de ser solícitos pela formação das novas gerações, pela sua capacidade de se orientar na vida e discernir o bem do mal, pela sua saúde não só física mas também moral.

Mas educar nunca foi fácil, e hoje parece tornar-se sempre mais difícil. Sabem-no bem os pais, os professores, os sacerdotes e todos os que desempenham responsabilidades educativas directas. Fala-se por isso de uma grande "emergência educativa", confirmada pelos insucessos com os quais com muita frequência se confrontam os nossos esforços para formar pessoas sólidas, capazes de colaborar com os outros e dar um sentido à própria vida. É espontâneo, então, dar a culpa às novas gerações, como se as crianças que nascem hoje fossem diversas das que nasciam no passado. Além disso, fala-se de uma "ruptura entre as gerações", que certamente existe e pesa, mas que é o efeito, e não a causa, da malograda transmissão de certezas e valores.

Devemos portanto dar a culpa aos adultos de hoje, que talvez já não sejam capazes de educar? É forte certamente, quer entre os pais quer entre os professores e em geral entre os educadores, a tentação a renunciar, e ainda antes o risco de não compreender nem sequer qual seja o seu papel, ou melhor a missão que lhes foi confiada. Na realidade, estão em questão não só as responsabilidades pessoais dos adultos ou dos jovens, que contudo existem e não devem ser escondidas, mas também uma atmosfera difundida, uma mentalidade e uma forma de cultura que fazem duvidar do valor da pessoa humana, do próprio significado da verdade e do bem, em síntese, da bondade da vida. Então, torna-se difícil transmitir de uma geração a outra algo de válido e de certo, regras de comportamento, objectivos credíveis com base nos quais construir a própria vida.

Queridos irmãos e irmãs de Roma, a este ponto gostaria de vos dizer uma palavra muito simples: não temais! Todas estas dificuldades, de facto, não são insuperáveis. São antes, por assim dizer, a outra face da moeda daquele dom grande e precioso que é a nossa liberdade, com a responsabilidade que justamente a acompanha. Contrariamente a quanto acontece em campo técnico ou económico, onde os progressos de hoje se podem somar aos do passado, no âmbito da formação e do crescimento moral das pessoas não existe uma semelhante possibilidade de acumulação, porque a liberdade do homem é sempre nova e portanto cada pessoa e cada geração deve tomar de novo, e directamente, as suas decisões. Também os maiores valores do passado não podem simplesmente ser herdados, devem ser feitos nossos e renovados através de uma, muitas vezes difícil, escolha pessoal.

Mas quando as bases são abaladas e faltam as certezas fundamentais, a necessidade daqueles valores volta a fazer-se sentir de modo urgente: assim, em concreto, aumenta hoje o pedido de uma educação que o seja verdadeiramente. Pedem-na os pais, preocupados e muitas vezes angustiados com o futuro dos próprios filhos; pedem-na muitos professores, que vivem a triste experiência da degradação das suas escolas; pede-a a sociedade no seu conjunto, que vê postas em dúvida as próprias bases da convivência; pedem-na no seu íntimo os próprios jovens, que não querem ser deixados sozinhos perante os desafios da vida. Quem crê em Jesus Cristo tem depois um ulterior e mais forte motivo para não ter receio: de facto, sabe que Deus não nos abandona, que o seu amor nos alcança onde estamos e como somos, com as nossas misérias e debilidades, para nos oferecer uma nova possibilidade de bem.

Queridos irmãos e irmãs, para tornar mais concretas estas minhas reflexões, pode ser útil determinar algumas exigências comuns de uma autêntica educação. Ela tem necessidade antes de tudo daquela proximidade e confiança que nascem do amor: penso na primeira e fundamental experiência do amor que as crianças fazem, ou pelo menos deveriam fazer, com os seus pais. Mas cada verdadeiro educador sabe que para educar deve doar algo de si mesmo e que só assim pode ajudar os seus alunos a superar egoísmos e a tornar-se por sua vez capazes de amor autêntico.
Há já numa criança um grande desejo de saber e de compreender, que se manifesta nas suas contínuas perguntas e pedidos de explicações. Portanto a educação seria muito pobre se se limitasse a dar noções e informações, e deixasse de lado a grande pergunta em relação à verdade, sobretudo àquela verdade que pode servir de orientação na vida.

Também o sofrimento faz parte da verdade da nossa vida. Por isso, procurando proteger os mais jovens de qualquer dificuldade e experiência do sofrimento, arriscamos de fazer crescer, apesar das nossas boas intenções, pessoas frágeis e pouco generosas: a capacidade de amar corresponde de facto à capacidade de sofrer, e de sofrer juntos.

Chegamos assim, queridos amigos de Roma, talvez ao ponto mais delicado da obra educativa: encontrar um justo equilíbrio entre a liberdade e a disciplina. Sem regras de comportamento e de vida, feitas valer dia após dia também nas pequenas coisas, não se forma o carácter e não se está preparado para enfrentar as provas que não faltarão no futuro. Mas a relação educativa é antes de tudo o encontro de duas liberdades e a educação com sucesso é formação para o recto uso da liberdade. Mas à medida que a criança cresce, torna-se um adolescente e depois um jovem; portanto devemos aceitar o risco da liberdade, permanecendo sempre atentos a ajudá-lo a corrigir ideias e opções erradas. O que nunca devemos fazer é favorecê-lo nos erros, fingir que não os vemos, ou pior partilhá-los, como se fossem as novas fronteiras do progresso humano.

Portanto, a educação nunca pode prescindir daquela respeitabilidade que torna credível a prática da autoridade. De facto, ela é fruto de experiência e competência, mas adquire-se sobretudo com a coerência da própria vida e com o comprometimento pessoal, expressão do amor verdadeiro. Portanto, o educador é uma testemunha da verdade e do bem: sem dúvida, também ele é frágil e pode falhar, mas procurará sempre de novo pôr-se em sintonia com a sua missão.

Caríssimos irmãos de Roma, destas simples considerações sobressai como é decisivo na educação o sentido de responsabilidade: responsabilidade do educador, certamente, mas também, e na medida em que cresce com a idade, responsabilidade do filho, do aluno, do jovem que entra no mundo do trabalho. É responsável quem sabe responder a si mesmo e aos outros. Além disso, quem crê procura responder a Deus que o amou primeiro.

A responsabilidade é em primeiro lugar pessoal, mas existe também uma responsabilidade que partilhamos juntos, como cidadãos de uma mesma cidade e de uma nação, como membros da família humana e, se somos crentes, como filhos de um único Deus e membros da Igreja. De facto as ideias, os estilos de vida, as leis, as orientações gerais da sociedade em que vivemos, e a imagem que ela dá de si mesma através dos meios de comunicação, exercem uma grande influência sobre a formação das novas gerações, para o bem mas muitas vezes também para o mal. Contudo a sociedade não é uma abstracção; no final somos nós próprios, todos juntos, com as orientações, as regras e os representantes que elegemos, mesmo sendo diversos os papéis e as responsabilidades de cada um. Portanto, há necessidade da contribuição de cada um de nós, de cada pessoa, família ou grupo social, para que a sociedade, começando pela nossa cidade de Roma, se torne um ambiente mais favorável à educação.

Por fim, gostaria de vos propor um pensamento que desenvolvi na recente Carta Encíclica Spe salvi sobre a esperança cristã: a alma da educação, como da toda a vida, só pode ser uma esperança certa. Hoje a nossa esperança está insidiada de muitas partes e corremos o risco de nos tornarmos, também nós, como os antigos pagãos, homens "sem esperança e sem Deus neste mundo" como escrevia o apóstolo Paulo aos cristãos de Éfeso (Ef 2, 12). Precisamente daqui nasce a dificuldade talvez mais profunda para uma verdadeira obra educativa: na raiz da crise da educação está de facto uma crise de confiança na vida.

Portanto, não posso terminar esta carta sem um caloroso convite a ter Deus como nossa esperança. Só Ele é a esperança que resiste a todas as desilusões; só o seu amor não pode ser destruído pela morte; só a sua justiça e a sua misericórdia podem sanear as injustiças e recompensar os sofrimentos suportados. A esperança que se dirige a Deus nunca é esperança só para mim, é sempre também esperança para os outros: não nos isola, mas torna-nos solidários no bem, estimula-nos a educar-nos reciprocamente para a verdade e para o amor.

Saúdo-vos com afecto e garanto-vos uma especial recordação na oração, enquanto envio a todos a minha Bênção.

Vaticano, 21 de Janeiro de 2008.

BENEDICTUS PP. XVI

Fonte: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/letters/2008/documents/hf_ben-xvi_let_20080121_educazione_po.html

Dom Valério em Boca da Mata

Domingo, dia 30 de março de 2008, Domingo da Divina Misericórdia, a comunidade católica de Boca da Mata recebeu o Bispo Diocesano, Dom Valério Breda SDB. Ele veio presidir a celebração eucarística na matriz de Santa Rita. Chegou depois das 20h, vindo de uma celebração na cidade de Coruripe, onde tinha ministrado o sacramento da crisma a mais de 200 jovens da paróquia de N. Sra. da Conceição. Na homilia, Dom Valério destacou a alegria vivida pelos cristãos neste tempo pascal e, diante dos acontecimentos ocorridos no dia 24 de março, apresentou os pontos principais da Carta do Papa Bento XVI aos Pais e Educadores.
Pontos principais da carta:
1. "Não podemos portanto não ser cuidadosos na formação das novas gerações, na sua capacidade de orientar-se na vida e de discernir o bom do mal, na sua saúde não somente física mas também moral".
2. Alguns requisitos básicos para uma autêntica educação:
a) Proximidade e confiança que brotam do amor de quem sabe que para educar deve doar algo de si mesmo e que, somente assim, pode ajudar os educandos a superar os egoísmos.
b) Não oferecer somente noções e informações, deixando de lado a grande pergunta sobre a verdade, sobretudo se essa verdade pode ser a guia da vida.
c) O sofrimento também faz parte da verdade da nossa vida. Ao tentar proteger os jovens de toda dificuldade e experiência de dor, corremos o risco de criar pessoas frágeis e pouco generosas; a capacidade de amar corresponde à capacidade de sofrer, e de sofrer juntos.
d) Achar um justo equilíbrio entre a liberdade e a disciplina. Sem regras de comportamento e de vida, exigidas dia após dia, também nas pequenas coisas, não se forma o caráter... O que nunca podemos fazer é apoiá-los nos erros, fingir que não os vemos ou, pior ainda, compartilhá-los.
e) Não se pode dispensar o prestígio influente do educador, fruto da experiência e da competência, mas que se adquire sobretudo pela coerência da própria vida e pelo envolvimento pessoal, expressão do verdadeiro amor.
f) Na educação é decisivo o senso de responsabilidade: do educador, mas também do filho, do aluno, do jovem. A responsabilidade é pessoal; mas também há uma responsabilidade que compartilhamos juntos, como cidadão de uma mesma cidade e de uma mesma nação, como membros da família humana e, se somos crentes, como filhos de um único Deus e membros da Igreja.
h) Corremos o risco de nos tornarmos também nós, como os antigos pagãos, homens "sem esperança e sem Deus neste mundo".

Comentando a carta do papa, o bispo diocesano quis lembrar a missão de pais e educadores de Boca da Mata, diante dos desafios na evangelização e educação da juventude: educar evangelizando e evangelizar educando.

sexta-feira, 28 de março de 2008

VANDALISMO NA MATRIZ DE SANTA RITA


O episódio de vandalismo e profanação do espaço sagrado da matriz de Santa Rita de Boca da Mata, ocorrido na madrugada da última segunda-feira, dia 24 de março, é lamentável e desafiador. Lamentável porque indica perda do referencial da fé e do encantamento com o mistério, do qual o espaço sagrado é sinal. Desafiador porque leva a refletir sobre a missão evangelizadora junto aos adolescentes e jovens e, também, junto aos "fiéis" que reagem também com sentimentos de vingança e propostas de atos violentos. Em tudo, vemos a necessidade de olhar com mais atenção a realidade que nos circunda, buscando os meios necessários para anunciar e testemunhar o Evangelho da Vida e do Amor.
Ainda há muito o que aprender com o fato. Não apenas descobrir os autores. Mas também suas motivações e, mais que isso, quais os agentes que influenciam, instigam e se aproveitam das situações e das pessoas para realização de projetos pessoais e/ou de grupos.
Com Dom Bosco, devemos aprender - pais, educadores, líderes religiosos, poderes públicos e todos os que têm fé - a pedagogia do amor e da presença. E com ele dizer: "Dai-me almas" (Sobre isto escreverei em breve).
No próximo domingo, dia 30, Domingo da Divina Misericórdia, estaremos realizando um ato público de desagravo. Às 19h. vamos sair em procissão da Praça da Vitória em direção à igreja matriz, encerrando com a celebração da Eucaristia.
Desafio grande é construir a civilização do amor.

Concurso internacional de desenho


1. Concurso internacional de desenho: «A Eucaristia com meusamigos do mundo!»

Prêmio: pulseira da Infância Missionária do Canadá.
Para cada grupo de dez crianças, o desenho mais bonito será resevado para a exposição da Obra da Infância Missionária do Canadá durante o Congresso Eucarístico Internacional.


Pedir às crianças que expressem suas reflexões sobre o tema mencionado por meio de um desenho colorido no formato 21,6 x 27,94 cm.

IMPORTANTE: escrever o nome da criança, o nome do responsável pelo grupo e o endereçocompleto do responsável atrás do desenho. As pulseiras e os nomes dos desenhos vencedores serão enviados ao responsável pelo grupo.

Sugestões e orientações:
O tema pode ser desenvolvido de muitos modos.
Por exemplo: Como um missionário vive a Eucaristia? A importância da Eucaristia para um missionário. Na Eucaristia Jesus se doa a mim. Como eu o posso doar aos outros? Com Jesus, recebido na Eucaristia, eu parto em Missão rumo aos meus amigos do mundo. Estas idéias podem ser sugeridas às crianças em um momento de reflexão para a preparação à Primeira Comunhão ou durante uma animação missionária.

2. Participação do «grande livro de oração das crianças do mundo».
Pedir às crianças que escrevam uma oração própria (original) a Jesus pelas crianças do mundo em um papel no formato 14 x 10,5 cm. (A oração deve ser escrita em português)

3. Para completar nossa exposição, enviem-nos fotos das crianças do seu país.

Enviem-nos o material antes de 15 de abril de 2008 para:
Œuvre pontificale de l'enfance missionnaire
175 rue Sherbrooke Est
Montréal (QC)
CANADÁ
H2X 1C7

Site: www.mondami.ca
Tel.: 514.341.5133, fax: 514.341.5141, e-mail: direction@mondami.ca

2º Congresso Missionário Nacional


Com o tema “do Brasil de batizados ao Brasil de discípulos missionários sem fronteiras”, Aparecida recebe, de 1 a 4 de maio, o 2º Congresso Missionário Nacional. A iniciativa é das Pontifícias Obras Missionárias – POM, Comina, CNBB e CRB, e situa-se no caminho de preparação para o 3º Congresso Missionário Americano CAM 3 - Comla 8, marcado para Quito (Equador), de 12 a 17 de agosto. Em sintonia com o lema: “Igreja do Brasil: escuta, segue e anuncia”, o evento torna-se um momento privilegiado para refletir sobre o percurso missionário que o país deve empreender e celebrar as graças recebidas, agradecendo pela vida de testemunhas da fé nesse chão.

Segundo organizadores, o objetivo geral do Congresso é “assumir a nossa ‘natureza missionária’, guiados pelo Espírito e a serviço do Reino de Deus, à luz do Documento de Aparecida, tendo em vista o CAM 3 – Comla 8”. A organização prevê a participação de 500 pessoas representando os 17 regionais da CNBB que durante o Congresso serão acolhidas pelas famílias de Aparecida e Guaratinguetá.

De cada Regional participam o Bispo responsável pela dimensão missionária, representantes dos Conselhos Missionários, da Infância e Juventude Missionárias, um número proporcional de sacerdotes e religiosas para cada Regional, três seminaristas maiores, e leigos empenhados na vida e na animação missionária de suas comunidades.

Entre os objetivos específicos estão: “refletir sobre o projeto missionário da Igreja no Brasil em todas as suas dimensões; acolher experiências missionárias significativas; fortalecer as comunidades missionárias e os Conselhos Missionários (Comires); assumir novas responsabilidades e traçar novos caminhos; promover as vocações missionárias”.

Além de três grandes conferências estão previstos dez mutirões, espaços de estudo onde os participantes terão a oportunidade de refletir sobre temas como: “O significado do caminho missionário da América Latina, do Vaticano II até Aparecida”; “A formação da comunidade como discípula e missionária sem fronteiras”; “A missão para a humanidade como responsabilidade dos ministérios ordenados nas Igrejas locais”; “Os consagrados como presença profética da Igreja missionária entre nós e no mundo todo”.

Outros temas em pauta são: “Perspectivas de evangelização para a missão dos leigos e das famílias diante dos novos desafios do mundo globalizado”; “A Infância e a Juventude missionárias: sementes de uma nova humanidade”; “Discípulos e missionários da Amazônia para o mundo”; “Comunicação e missão: meios a serviço da evangelização”; “A Missão e o desafio do diálogo ecumênico, inter-religioso e intercultural para uma ética de uma paz mundial”; “Migração como caminho de evangelização”.
Vários meios de comunicação manifestaram interesse em fazer a cobertura do evento. O credenciamento será feito na Sala de Imprensa do Santuário.

O 1º Congresso Missionário Nacional foi realizado em Belo Horizonte, em junho de 2003, como preparação para o CAM 2 – Comla 7, celebrado na Guatemala em novembro daquele mesmo ano.

Fonte: http://www.pom.org.br/pom/cong_brasil.html

segunda-feira, 24 de março de 2008

Juventude Missionária


Neste Domingo da Páscoa do Senhor, aconteceu o primeiro encontro para implantação da Juventude Missionária(JM) na Paróquia Santa Rita de Cássia. Para coordenar o encontro foi convidado o grupo da JM da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus (Arapiraca-AL). Às 09h os jovens deram início ao encontro com a oração do Ofício Divino das Comunidades. Depois refletiram sobre o perfil do jovem missionário e a identidade da JM. No final, foram escolhidos os assessores, sendo 01 para a cidade de Boca da Mata e 01 para o distrito de Periperi. O encontro se estendeu até as 16h e foi encerrado com um momento de oração.
O grupo da JM de Arapiraca também participou da celebração eucarística às 19:30 na matriz , inclusive animando os cantos na liturgia.

domingo, 23 de março de 2008

Vigília Pascal em Boca da Mata



A celebração litúrgica da VIGÍLIA PASCAL na cidade de Boca da Mata - Alagoas, foi celebrada pela comunidade católica na matriz de Santa Rita de Cássia. A celebração, presidida pelo Pe. Nivaldo Barbosa Soares, com a presença dos seminaristas Luis Cláudio e Geraldo Leite, transcorreu num clima de alegria e solenidade. A Bênção do Fogo na praça Pe. Cícero iniciou a celebração. Já no interior da matriz, após o Precônio Pascal (Proclamação da Páscoa), toda a assembléia ouviu atentamente a Liturgia da Palavra e cantou com vibração o Glória. A homilia ajudou a acolher a palavra do Ressuscitado: "Não tenhais medo!" Diante dos desafios e dificuldades que enfrentamos no cotidiano, a certeza da vitória da vida nos motiva a viver o batismo com renovado ardor missionário, no anúncio da Boa Nova e no testemunho da caridade. Após a celebração a comunidade saiu em procissão com a imagem do Resuscitado.

Igreja em Boca da Mata


Aleluia! O Senhor Ressuscitou!
Hoje, Domingo da Páscoa do Senhor, iniciamos este blog CHRISTIFIDELES (= fiéis cristãos) para tornar mais conhecida a nossa fé em Jesus Cristo e partilhar nossos sonhos e projetos de vida.
Globalizar a fé, a esperança e a caridade é um desafio permanente dos cristãos, desde que o Ressuscitado falou: "Vão pelo mundo inteiro e anunciem a Boa Nova para toda a humanidade" (Mc 16,15).